Os mercados de petróleo reagem à preocupação com a crise da dívida europeia e ao avanço da inflação na China. Existe o temor que os problemas europeus façam mais uma vítima, agora a Itália.
Ministros das Finanças da zona do euro se encontram ainda hoje para debater um segundo pacote de ajuda à Grécia e podem tocar no caso da Itália.
No fim de semana, o governo chinês mostrou que a inflação no país acelerou. Em junho, o índice de preços ao consumidor subiu 6,4%, perante um ano antes, depois de alta de 5,5% em maio.
Além disso, os investidores voltam a pesar o dado de criação de empregos nos Estados Unidos, divulgado na sexta-feira. No mês passado, foram adicionados 18 mil postos de trabalho à economia americana, abaixo das expectativas.
Há pouco, em Londres, o Brent para agosto cedia US$ 1,39, a US$ 116,94. O contrato de setembro declinava US$ 1,54, para US$ 116,16.
Em Nova York, o WTI com entrega em agosto registrava baixa de US$ 1,40, saindo a US$ 94,80. O vencimento de setembro diminuía US$ 1,36, negociado a US$ 95,34.